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UFSC estabelece Plano de Ação Institucional de Equidade de Gênero para o ciclo 2026–2027
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estabeleceu o Plano de Ação Institucional de Equidade de Gênero, com período de execução entre setembro de 2026 e agosto de 2027. O documento organiza prioridades, responsabilidades, metas, indicadores e ações voltadas à implementação e ao monitoramento da Política de Equidade de Gênero da Universidade.
Elaborado com base no Marco Referencial para a Igualdade de Gênero em Instituições de Ensino Superior no Brasil, do British Council, e na Resolução Normativa nº 231/2026/CUn, que instituiu a Política de Equidade de Gênero da UFSC, o plano busca promover mudanças estruturais e culturais sustentáveis na Universidade, considerando uma abordagem interseccional, a participação da comunidade universitária, a governança institucional e o planejamento baseado em evidências.
A construção do plano dá continuidade a iniciativas que já fazem parte da trajetória institucional da UFSC. Entre elas, destaca-se a atuação da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN), vinculada à PROAFE, que desenvolve ações de acolhimento, orientação, formação e enfrentamento às violências e discriminações de gênero. Também integram essa trajetória o Serviço de Apoio à Amamentação (SAAM) e projetos e grupos de extensão voltados à promoção da diversidade, à reflexão sobre masculinidades e ao público trans.
Para o primeiro ciclo anual, as ações estão organizadas em cinco áreas prioritárias: governança, dados e transparência; prevenção, acolhimento e enfrentamento das violências; representação, carreira e participação institucional; maternidade, parentalidade, permanência e cuidado; e educação, comunicação e cultura inclusiva.
Entre as principais ações previstas estão a criação e o funcionamento de um subgrupo do Comitê Institucional de Ações Afirmativas e Equidade (CIAAE) dedicado ao monitoramento da Política de Equidade de Gênero; a construção de uma linha de base institucional e de indicadores de equidade; a preparação do primeiro ciclo do censo bianual da comunidade universitária; e a consolidação de um fluxo institucional integrado de acolhimento, atendimento, denúncia, encaminhamento e acompanhamento de situações de violência de gênero.
O plano também prevê a realização de ações formativas sobre equidade de gênero e enfrentamento das violências, campanhas de comunicação e sensibilização, iniciativas para ampliar a participação de mulheres e pessoas de sexo/gênero dissidente em colegiados, conselhos e comissões examinadoras, além da produção de diagnóstico sobre desigualdades de gênero nas carreiras docente e técnico-administrativa.
Outro eixo importante é o fortalecimento das políticas de maternidade, parentalidade e cuidado. Nesse sentido, está previsto o mapeamento da oferta de apoio à amamentação e à parentalidade nos campi, acompanhado da elaboração de um plano de ampliação e de ações de comunicação sobre direitos e serviços. O documento também prevê a elaboração de diretrizes para a inserção das temáticas de gênero na graduação e na pós-graduação e para práticas pedagógicas sensíveis à maternidade e à parentalidade.
A implementação do plano será realizada de forma compartilhada entre diferentes unidades da Universidade. A PROAFE exercerá papel de coordenação e articulação, enquanto a execução das ações será distribuída entre os setores com atribuições específicas. O acompanhamento ficará sob responsabilidade do CIAAE, por meio de subgrupo específico da Política de Equidade de Gênero.
O monitoramento ocorrerá trimestralmente, com registro de evidências, indicadores, metas e responsabilidades. Ao final do ciclo, será elaborado um relatório com os resultados alcançados, lacunas, aprendizados e prioridades para o período seguinte. O plano e o relatório de resultados serão disponibilizados no sítio institucional da PROAFE, assegurando transparência e possibilitando que a comunidade universitária acompanhe a implementação das ações.
Com o Plano de Ação Institucional de Equidade de Gênero, a UFSC busca consolidar a equidade de gênero como uma responsabilidade institucional compartilhada, incorporando suas ações às normas, estruturas, rotinas e processos de planejamento da Universidade e estabelecendo bases para a continuidade e o aprimoramento da política nos ciclos seguintes.
O Plano de Ação Institucional de Equidade de Gênero da UFSC – ciclo 2026–2027 está disponível para consulta da comunidade universitária e da sociedade.
Acesse aqui o Plano de Ação Institucional de Equidade de Gênero (PDF)
Acesse aqui a Carta de Adesão aos Princípios do Marco Referencial (PDF)
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Bancos Vermelhos na UFSC promovem reflexão e conscientização sobre a violência contra as mulheres

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Mapeamento de Coletivos presentes na UFSC
A Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (PROAFE) busca conhecer os coletivos presentes na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e fortalecer a aproximação, o diálogo e a parceria com esses grupos.
Para isso, foi elaborado um formulário com o objetivo de reunir informações sobre os coletivos, suas iniciativas, pautas de atuação e canais de contato. As informações compartilhadas contribuirão para que a PROAFE conheça melhor essa rede e amplie as possibilidades de articulação, diálogo e apoio às iniciativas desenvolvidas na Universidade.
Participe dessa iniciativa! Responda ao formulário e compartilhe com outros coletivos da UFSC para contribuir com a ampliação dessa rede de contato e diálogo.
Acesse o formulário e participe.

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Recepção às/aos Estudantes Indígenas e Quilombolas – UFSC 2026.2
A Coordenadoria de Equidade Étnico-Racial (COEMA), vinculada à Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (PROAFE/UFSC), em parceria com estudantes, docentes e coletivos indígenas e quilombolas, promove a Recepção às/aos Estudantes Indígenas e Quilombolas ingressantes no semestre 2026.2.
O encontro tem como objetivo acolher as/os novas/os estudantes, fortalecer vínculos e promover a integração com a comunidade universitária. A programação contará com apresentações culturais, participação de estudantes veteranas/os, coletivos indígenas e quilombolas e representantes da UFSC.
Data: 11 de agosto de 2026
Horário: 17h
Local: Centro de Cultura e Eventos da UFSC – Salas Pitangueira e AroeiraA atividade é aberta a toda a comunidade universitária.
As pessoas que necessitarem de recursos de acessibilidade para participar da atividade podem solicitar atendimento previamente pelo e-mail coema.proafe@contato.ufsc.br.
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Julho das Pretas na UFSC: Roda de Conversa poética
Em alusão ao 25 de julho, data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, instituído pela Lei nº 12.987/2014, as Pró-Reitorias de Ações Afirmativas e Equidade (PROAFE), e Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (PRODEGESP), em consonância com a Resolução Normativa nº 175/2022/CUn, que institui a Política de Enfrentamento ao Racismo Institucional da UFSC, e em parceria com o coletivo NegrUFSC (Coletivo de Servidores(as) Negros(as) da UFSC), convida as servidoras negras da Universidade para participar de uma roda de conversa poética.
O encontro será um momento de diálogo, troca de experiências e fortalecimento coletivo, refletindo sobre temas relacionados ao cotidiano das mulheres negras no espaço Universitário e profissional.
Faremos um café colaborativo – traga a sua contribuição – e teremos sorteio de livros.
Sua presença é fundamental para enriquecer esse espaço.

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UFSC reafirma compromisso com as políticas de ações afirmativas e o enfrentamento à transfobia
Desde a última sexta-feira (16), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) tem sido alvo de ataques e de desinformação relacionados às suas políticas de ações afirmativas, em especial no que se refere às vagas suplementares destinadas a pessoas trans na graduação.
A UFSC esclarece que essas políticas são institucionais, consolidadas e plenamente amparadas por resoluções do Conselho Universitário, pela legislação federal vigente, por critérios públicos e objetivos previstos em editais e pelo reconhecimento reiterado de sua validade pelo Poder Judiciário. Em especial, a Política Institucional de Ações Afirmativas para Pessoas Trans foi aprovada pelo Conselho Universitário por meio da Resolução Normativa nº 181/2023. As vagas suplementares não reduzem nem comprometem o quantitativo original dos cursos de graduação, tratando-se de vagas adicionais, criadas para ampliar o acesso de grupos historicamente sub-representados ao ensino superior. Nesse sentido, a UFSC reafirma que inclusão, diversidade e excelência acadêmica não são valores antagônicos, mas complementares e indissociáveis.
A UFSC reafirma, ainda, que todos os ingressos por meio de ações afirmativas ocorrem exclusivamente através de processos seletivos públicos, com regras claras, critérios objetivos e rigoroso cumprimento dos editais. As políticas de inclusão adotadas pela instituição visam garantir igualdade de oportunidades, combater discriminações estruturais e fortalecer o caráter público, democrático e plural da universidade.
Ao completar 65 anos de existência, a UFSC reafirma que o que ameaça o futuro das universidades públicas não são as políticas de inclusão, mas o subfinanciamento, a desinformação, a intolerância e o preconceito — fenômenos que a universidade, por sua própria natureza, existe para enfrentar, por meio do conhecimento, da ciência, do diálogo e da formação cidadã.
Fonte: https://noticias.ufsc.br/2026/01/ufsc-reafirma-compromisso-com-as-politicas-de-acoes-afirmativas-e-o-enfrentamento-a-transfobia/
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Estão abertas as inscrições para seleção de monitores da 22ª SEPEX
Os estudantes interessados já podem se inscrever no edital de seleção de monitores da 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (SEPEX).
Mais informações e o edital completo estão disponíveis no site:
Estudantes já podem se inscrever no edital para seleção de monitores da 22ª Sepex
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NOTA DE ESCLARECIMENTO DA PROAFE SOBRE A SITUAÇÃO DO ATENDIMENTO DA DEMANDA POR INTÉRPRETES DE LIBRAS
A Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (PROAFE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) vem por meio desta nota esclarecer sobre as dificuldades enfrentadas para atender plenamente à demanda por intérpretes de Libras para estudantes surdos no segundo semestre de 2025.
A UFSC, como instituição federal de ensino, tem o compromisso de garantir o direito à educação inclusiva, conforme estabelecido pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) e pelo Decreto nº 5.626/2005. Essas leis garantem o acesso à comunicação, à informação e à educação para pessoas surdas.
A extinção do cargo de tradutor intérprete de Língua de Sinais no âmbito da administração pública federal, conforme Decreto nº 10.185/2019, impactou significativamente a capacidade da UFSC de contratar e manter intérpretes de Libras. Além disso, a Lei 14.704/23, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras), estabeleceu requisitos específicos para a atuação desses profissionais.
Devido às limitações orçamentárias e à falta de concursos públicos para o cargo de intérprete de Libras, a UFSC optou pela contratação de profissionais intérpretes de libras por meio da terceirização. No entanto, essa solução impõe limitações devido aos custos elevados e às restrições orçamentárias.
A equipe da SEI.Libras/PROAFE tem se esforçado para atender ao maior número de disciplinas possível, mas o número atual de intérpretes não é suficiente para cobrir todas as demandas. A equipe priorizou o atendimento de todos os estudantes de forma isonômica, distribuindo a carga horária das disciplinas de acordo com a força de trabalho disponível. Entretanto, a falta de intérpretes suficientes para atender às demandas dos estudantes surdos é um problema estrutural enfrentado pela UFSC e por outras universidades e instituições federais.
Estamos comprometidos em continuar trabalhando para melhorar a acessibilidade e inclusão na UFSC, e reforçamos que seguimos em busca de alternativas, tomando providências, dentro da legalidade, para solucionarmos as dificuldades impostas pela atual situação quanto ao atendimento e demandas recebidas por esta Pró-reitoria.
A PROAFE não está omissa diante dessa situação e segue em articulação com a Administração Central em busca das soluções que atendam, de forma plena, a demanda por intérpretes de libras de nossos estudantes surdos e da instituição como um todo.
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Aberta as inscrições para o grupo de psicoterapia breve para estudantes da pós-graduação

Bom dia professores e demais colegas,
Me chamo Thiago, estudante da graduação de psicologia, e estagiário da profª. Joselma Frutuoso no SAPSI (serviço de atenção psicológica UFSC).
Abrimos as inscrições para o grupo de psicoterapia breve para estudantes da pós-graduação. O grupo acontecerá no SAPSI, com início dia 04.04, possui 45 vagas e é aberto a todos os estudantes da pós-graduação UFSC. As inscrições estão abertas até dia 27.03.
Gostaríamos de pedir ajuda com a divulgação do grupo, seja através da divulgação de fóruns da pós-graduação, quanto grupos de Whatsapp ou usuários encaminhados.
Também ficaríamos felizes em receber indicação de contatos que possam nos ajudar nessa divulgação.
Todas as informações estão no site do sapsi: https://sapsi.ufsc.br/.
Link de inscrição aqui . Texto de divulgação e cartaz em anexo!
Coordenação Programa de Pós-graduação em Educação
Universidade Federal de Santa Catarina
https://ppge.ufsc.br/
(48)3721-2926 -
UFSC promove mesa temática sobre a implementação da Política de Enfrentamento ao Racismo Institucional
UFSC promove mesa temática sobre a implementação da Política de Enfrentamento ao Racismo Institucional
Política completou seu primeiro ano em novembro
Mesa de abertura com a vice-reitora, Joana Célia dos Passos, a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), Leslie Sedrez Chaves, e Diretora de Ações Afirmativas e Equidade, Marilise Luiza Martins dos Reis Sayão – Foto: Karime LimeiraA mesa temática sobre a implementação da Política de Enfrentamento ao Racismo Institucional RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 175/2022/CUn, ocorreu na última sexta-feira (30), na Sala dos Conselhos da Reitoria I da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Participaram da mesa a vice-reitora prof.ª Joana Célia dos Passos, a pró-reitora da PROAFE, prof.ª Leslie Sedrez Chaves, o coordenador do curso de Geografia, prof. Lindberg do Nascimento Júnior, a secretaria de aperfeiçoamento institucional, prof.ª. Luana Renostro Heinen, a coordenadora da COEMA, assistente social Bárbara Nobrega Simão, o discente do curso de Psicologia Marco Antonio de Azevedo Duarte Souza, com a mediação da diretora de ações afirmativas e equidade da PROAFE, prof.ª. Marilise L. Martins dos Reis Sayão.
A política, aprovada em novembro de 2022, dispõe sobre as ações para o enfrentamento do racismo institucional em diferentes frentes: prevenção, enfrentamento, acolhimento e apuração de denúncias de racismo. Entre estas ações, está, por exemplo, a garantia da reserva mínima de 20% de vagas nos diferentes editais de todos os setores da universidade, para pessoas negras, indígenas e quilombolas e ainda prevê que diferentes instâncias promovam ações de equidade racial em programas de pesquisa, extensão, inovação, formação antirracista para servidores, além de orçamento específico de combate ao racismo.
Na atividade foram destacadas ações realizadas após a aprovação da Política, com vistas a sua implementação, incluindo o diagnóstico do racismo institucional, a apresentação da
Cátedra Antonieta de Barros, aprovada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), aspectos do andamento das aputações de denúncias de racismo na universidade e o lançamento do Guia de Enfrentamento ao Racismo Institucional da UFSC Guia de Enfrentamento ao Racismo Institucional , elaborado pela Pró-reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), em parceria com a Secretaria de Comunicação (SeCom).
Leslie Sedrez Chaves, afirmou que o primeiro passo para combater o racismo institucional é admitir que existem desigualdades “Estas desigualdades são decorrentes de um passado de regime escravocrata e se perpetuaram na sociedade por conta da falta de políticas de reparação”.
Segundo a Assistente Social, Bárbara Nóbrega Simão, a pró-reitoria tem apostado no letramento racial como uma ferramenta importante para iniciar o debate antirracista na universidade. “Em um ano temos alguns avanços, como o primeiro curso de Letramento Racial para Servidores, o concurso exclusivo para indígenas, a contratação da primeira docente indígena na Licenciatura Indígena e a aquisição de 23 livros antirracistas pela Biblioteca Universitária”.
Apresentação dos dados sobre o letramento racial – Foto: Karime LimeiraKarime Limeira.







